Método de Musicalização Integrativa, Construção de Instrumentos & Laboratório de Ritmos.

APOIO:


OFICINA gratuita DE MUSICALIZAÇÃO INTEGRATIVA, 
CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS & LABORATÓRIO DE RITMOS

com Guto Maia & Pitú Leal

APRESENTAÇÃO

Esta oficina visa aprimorar a desinibição e a criatividade com apoio da musicalização, técnicas teatrais, percussão e construção de instrumentos para otimizar a socialização e a produção corporativa.

As consequências serão: a convivência mais solidária, maior percepção corporal, auditiva, sensorial, maior produção individual e coletiva.

A Música oferece excelentes ferramentas para ampliar as habilidades de comunicação expressiva, sendo capaz de transformar insegurança interna em alto rendimento, com técnicas que funcionam não apenas para músicos, mas para toda atuação corporativa e social.

A construção de instrumentos é elemento integrativo de apoio que atinge rapidamente as diversas zonas cerebrais, agindo poderosamente nos cinco sentidos e ativando a comunicação imediata, além do prazer de desenvolver a preservação ambiental, através da utilização de materiais recicláveis.

METODOLOGIA

Utiliza elementos musicais e técnicas de comunicação teatral para tornar o aprendizado prazeroso e o resultado coletivo mensurável.


OBJETIVO GERAL

Transformar as relações corporativas rapidamente de forma lúdica, criando em pouco tempo coesão e confiança. Promover a fluidez da comunicação, a expressividade assertiva, estimular a solução criativa de conflitos, e ampliar os limites das capacidades individuais de cada participante em favor do grupo.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Aumento da desinibição;
- Diminuição da tensão inicial;
- Administração do controle emocional;
- Solução criativa de problemas, otimismo;
- Autoconhecimento de potencialidades;
- Trabalho produtivo em grupo;
- Desenvolvimento da Expressividade;
- Treino da capacidade de improvisação, resposta rápida, reflexo e prontidão;
- Melhoria nas relações interpessoais;
- Consciência corporal; 
- Aumento da percepção corporal e espacial;
- Ritmo, pulsação;
- Capacidade de enfrentar com segurança qualquer público, domínio do discurso.

PÚBLICO-ALVO

Funcionários de todas as áreas da empresa: diretores, gestores, vendedores, atendentes, líderes em geral, e quaisquer pessoas que queiram exercitar os seus potenciais, solidificar sua autoestima e aprimorar suas práticas para uma comunicação eficaz.

BENEFÍCIOS

Através do crescimento emocional / intelectual que a música promove, a oficina aplica de forma técnica elementos que melhorarão a integração interpessoal corporativa, criando ambientes mais solidários, lúdicos e, consequentemente, mais produtivos, justificando o excelente custo-benefício que a empres airá usufruir com a oficina.

 

PRIODICIDADE

Uma vez por mês, 2 horas de aula.

Outras atividades complementares a combinar: criação de um grupo coral, musical, percussivo, etc.

 


OS COORDENADORES - GUTO MAIA


Guto Maia (José Augusto Maia Baptista) é professor especialista em educação inclusiva, ensino multidisciplinar, palestrante, pesquisador e ativista da inserção de pessoas com deficiências no Mercado de Trabalho; Conselheiro-Gestor (eleito 17/18), do CER-Sé SP; Coordenador do Depto. Musicalização (NEED;  foi professor de adultos (UNIP); Professor de Formação Professores (SENAC) ; Professor de Teatro (Escola Macunaíma); Professor de Jovens Aprendizes (IBFC); Diretor teatral, músico, vocalista, compositor, autor, ator de teatro e cinema. Cursa Licenciatura em Pedagogia (Unicid); cursou Pedagogia (Messiânica), Música (USP, IG&T, CLAM), Ética (USP), Teatro (Macunaíma), Artes Plásticas (UFMG), Literatura (Oficina da Palavra); Arquitetura (Belas Artes), Adm. Empresas (Uni Santana, Brás Cubas); Empreendedorismo (SEBRAE); cursos de Informática, mídias sociais, conteúdo digital e educação inclusiva.  Certificado em Comunicação Verbal pelo Instituto Passadori. É colaborador do Museu da Inclusão do Estado de São Paulo, desde agosto /17,  participando como convidado da preparação do primeiro documento da Agenda 2030 do Plano de Ação das Américas, da ONU.  Ministrou palestras sobre educação inclusiva nas Faculdades Anhembi-Morumbi, Instituto Passadori, Câmara Municipal de Ubatuba, Uniceu Inácio Monteiro, APAE Ubatuba e APAE Santos. Depoimentos: https://goo.gl/h9YfFz. Referências na web: https://goo.gl/6MJtgy. Facebook: @guto.maia Email: maiagutomaia@gmail.com Fones: 9 9378-4603 / 3313-4337.

 
Guto Maia é membro eleito do Conselho-Gestor do CER - Centro Especializado em Reabilitação, empossado em 19/12/2016, para o biênio 2017/18.
 
O que é o CER:
Centro Especializado em Reabilitação (CER III) – Santa Cecília / São Paulo

Os CERs são unidades voltadas para o atendimento especializado de pessoas com deficiência que necessitam de reabilitação, com o objetivo de
desenvolve.r seu potencial físico e psicossocial.
 
O diagnóstico, a avaliação, a orientação e a estimulação precoce dos usuários são responsabilidade da equipe multiprofissional, composta de Fisioterapeutas, Terapeutas Ocupacionais, Fonoaudiólogos, Médicos, Psicólogos, Assistentes Sociais e Enfermeiros.
 
Para proporcionar o acesso de pessoas cuja deficiência interfira em sua mobilidade e em sua acessibilidade aos meios de transporte convencionais, O serviço conta com veículos adaptados para o transporte dos usuários.

Existem três categorias de CER – a II, a III e a IV, números que correspondem à quantidade demodalidades de reabilitação oferecidas (física, intelectual e autismo,visual, auditiva) http://www.sdh.gov.br/ 
 
  
CONSIDERAÇÕES SOBRE DEFICIÊNCIA:
1° - Ajudar;
2° - Pedir ajuda;
3° - Aceitar ajuda de bom grado;
4° - Gratidão;
5° - Não se bate em DEFICIENTE;
6° - Não se humilha um DEFICIENTE;
7° - Não se trata com truculência o DEFICIENTE;
8° - Não se perde a paciência com DEFICIENTE;
9° - NUNCA se promete nada a um DEFICIENTE, que não possa cumprir;
10° - Por “DEFICIENTE” entenda-se todo ser que respira, pois todos são imperfeitos e não existem dois iguais; 
11° - Nem toda DEFICIÊNCIA é visível;
12° - Antes de ser o primeiro a apontar o erro do outro, reflita: isso pode ser uma falha sua; 
13° - Procure entender o contexto de cada momento e ter paciência para estudar cada caso. Isso evita armadilhas:
14° - Pense a respeito, antes que seja tarde demais.

Guto Maia (José Augusto Maia Baptista)
Conselheiro Gestor de Saúde do CER - 2017/18
Centro Especializado em Reabilitação
CER III Sé / Santa Cecília/SP



 OS COORDENADORES - PITÚ LEAL

   Pitú com Sandy & Junior   Oficina Artesanal   Projeto Represa Nova FC

 

Prof. Pitú Leal é músico com formação em bateria pela Universidade Livre de Música - Antonio Carlos Jobim - ULM, modalidades: bateria (com Beto Caldas), percepção musical, leitura rítmica para bateristas (com Lilian Carmona), ritmos do Brasil (com Nenê Batera), técnicas de groove, orquestra orgânica performática (com Stênio Mendes e Fernando Barba), percussão corporal vocal e sucata sonora. Regente dos grupos Zunidos do Monte Azul e Banda Recapa, músico do Quinteto de Jazz da ULM, músico da Banda Mr. Black, músico do grupo Kosenso. Acompanhou Almir Guineto, Reinaldo, Zeca Pagodinho, Eliana de Lima, Ivone Lara, Jamelão, Luiz Melodia, Beth Carvalho, Tobias da Vai-Vai, Clementina de Jesus, Jovelina Pérola Negra, Sandy & Junior, entre outros. Regente da Família Crepi (Conexão Real Parque-Icaraí-Ipiranga) de percussão. Luthier artesanal, é um dos precursores da construção de instrumentos de sucata reciclada com materiais descartados. Constrói pandeiros, alfaias, tamborins, cuícas, cabuletês, ganzás, cajons, e outros criados com exclusividade e nomes originais. Professor de bateria, percussão e Arte Educador de Percussão no Instituto Yara Angelini - NEED (Núcleo de Especialização em Deficiência Física e Mental) Pitú Leal na web: https://goo.gl/rqoCEr 





Bloco "LOUCOS PELO NEED"


#doisdobrasil  #gutomaia  #rossanarosengarten  #pedrorosengartenbaptista  #krystalchopps  #escoladeeficienciasassitidas #querotocarnabanda

 

O que nos move

Dois irmãos foram separados muito cedo na infância e cresceram em locais diferentes. Cada qual seguiu seu caminho na vida. Passaram muitas dificuldades, viajaram o mundo, ficaram mais de cinco décadas sem se ver. Mas tinham uma paixão comum: a MÚSICA. Conheceram muitos povos, tiveram grandes amores, filhos, netos.

A música os levava e trazia de lindos lugares, porém também era motivo de muitos sofrimentos. Mas, ela protagonizou grandes resgates em momentos difíceis, sendo decisiva nos episódios mais importantes como nessa história. Ambos tornaram-se professores de música, sem que um soubesse do outro.

Um dia, o mais velho achou um número de telefone gravado num pandeiro quadrado artesanal de um aluno. Achou interessante a possibilidade de ter um naipe de pandeiros quadrados no seu grupo de alunos e ligou para o luthier. Soube que ele confeccionava diversos instrumentos com materiais reciclados, e a pele daquele pandeiro era de plástico de garrafa pet, e também tinha seus grupos de alunos. E também era um grande músico, e também tinha tocado com outros grandes músicos que, por coincidência, também eram amigos comuns. Marcaram encontro e descobriram que eram irmãos, tamanha a semelhança entre os dois. Passaram a dar aulas juntos e os alunos não conseguiam distinguir um do outro, sempre se confundindo e trocando os nomes.

O reencontro serviu para demonstrar que, na verdade, passaram a vida se reciclando para esse momento. Haviam-se tornado catadores de sonhos descartados, sonhos que os outros dispensavam ou perdiam pelo caminho: sonhos de riqueza, de grandes casamentos, carros, casa própria, filhos saudáveis. Esses sonhos que os outros jogavam fora, eles os reciclavam em poesia e música e devolviam para o mundo em forma de novos sonhos.

Esse é o papel do artista: reciclar tudo o que foi vivido por ele e pela humanidade, tudo o que foi feito da sua vida, transformando suas experiências numa nova verdade, catando os sonhos esfacelados, remodelando-os e devolvendo-os como novas esperanças de VIDA.


Perfís Guto Maia
       
Este projeto é associado a Cidades que Me Dizem Respeito
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PROJETO INCLUSIVO

APOIO:

Diretoria de Projetos Humanitários

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SOMOS BONS EDUCADORES?
Que o sucesso dos nossos alunos seja a nossa reserva de reputação cultivada dia após dia. Isso nos ajuda a construir um patrimônio de amor-próprio e confiança que aumenta em dignidade com o tempo. Um professor tem por missão construir seres humanos melhores que ele próprio.

A considerar que a complexidade das coisas nada mais é que um emaranhado de simplicidades, ignorância é não saber ensinar a busca pelo simples. Viver é básico. Aprender é natural. Ninguém tem o direito de atrapalhar um aprendizado demonstrando-se senhor da Sabedoria.

Somos muito ignorantes. Somos uma ilha num oceano de desconhecimento. Crescemos aprendendo a navegar. Quando enfrentamos o oceano, não sabemos muito bem pra onde ir diante da imensidão que só aumenta. E sempre voltamos para a nossa ilha de segurança. Mas, viver é assumir riscos.
Há momentos em que o maior ensinamento é: "Hoje, mantenha-se vivo e otimista", mesmo com dor, mas sem culpa. Você sobreviveu mais um dia.

Cidades que me dizem respeito

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CIDADES QUE ME DIZEM RESPEITO
Vamos conversar sobre Inclusão?

 
ESTRATÉGIAS DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA INTEGRATIVA
LINGUAGEM, INTERAÇÃO SOCIAL, COMUNICAÇÃO, COMPORTAMENTO