Pitú com Sandy & Junior   Oficina Artesanal   Projeto Represa Nova FC

 

Pitú Leal é músico com formação em bateria pela Universidade Livre de Música - Antonio Carlos Jobim - ULM, modalidades: bateria (com Beto Caldas), percepção musical, leitura rítmica para bateristas (com Lilian Carmona), ritmos do Brasil (com Nenê Batera), técnicas de groove, orquestra orgãnica performática (com Stênio Mendes e Fernando Barba), percussão corporal vocal e sucata sonora.
Regente dos grupos Zunidos do Monte Azul e Banda Recapa, músico do Quinteto de Jazz da ULM, músico da Banda Mr. Black, músico do grupo Kosenso.
Acompanhou Alimir Guineto, Reinaldo, Zeca Pagodinho, Eliana de lima, Ivone Lara, Jamelão, Luiz Melodia, Beth Carvalho, Tobias da Vai-Vai, Clementina de Jesusu, Jovelina Pérola Negra, entre outros. Regente da Família Crepii (Conexão Real Parque-Icaraí-Ipiranga) de percussão. Professor de bateria, percussão e Arte Educador de Percussão no Instituto Yara Angelini - NEED (Núcleo de Especialização em Deficiência Física e Mental).



OFICINA


Percussão, Voz e Expressão &
Construção de Instrumentos




Conheça o Samba-Enredo da Inclusão 2017:

Bloco "LOUCOS PELO NEED"


O que nos move

Dois irmãos foram separados muito cedo na infância e cresceram em locais diferentes. Cada qual seguiu seu caminho na vida. Passaram muitas dificuldades, viajaram o mundo, ficaram mais de cinco décadas sem se ver. Mas tinham uma paixão comum: a MÚSICA. Conheceram muitos povos, tiveram grandes amores, filhos, netos.

A música os levava e trazia de lindos lugares, porém também era motivo de muitos sofrimentos. Mas, ela protagonizou grandes resgates em momentos difíceis, sendo decisiva nos episódios mais importantes como nessa história. Ambos tornaram-se professores de música, sem que um soubesse do outro.

Um dia, o mais velho achou um número de telefone gravado num pandeiro quadrado artesanal de um aluno. Achou interessante a possibilidade de ter um naipe de pandeiros quadrados no seu grupo de alunos e ligou para o luthier. Soube que ele confeccionava diversos instrumentos com materiais reciclados, e a pele daquele pandeiro era de plástico de garrafa pet, e também tinha seus grupos de alunos. E também era um grande músico, e também tinha tocado com outros grandes músicos que, por coincidência, também eram amigos comuns. Marcaram encontro e descobriram que eram irmãos, tamanha a semelhança entre os dois. Passaram a dar aulas juntos e os alunos não conseguiam distinguir um do outro, sempre se confundindo e trocando os nomes.

O reencontro serviu para demonstrar que, na verdade, passaram a vida se reciclando para esse momento. Haviam-se tornado catadores de sonhos descartados, sonhos que os outros dispensavam ou perdiam pelo caminho: sonhos de riqueza, de grandes casamentos, carros, casa própria, filhos saudáveis. Esses sonhos que os outros jogavam fora, eles os reciclavam em poesia e música e devolviam para o mundo em forma de novos sonhos.

Esse é o papel do artista: reciclar tudo o que foi vivido por ele e pela humanidade, tudo o que foi feito da sua vida, transformando suas experiências numa nova verdade, catando os sonhos esfacelados, remodelando-os e devolvendo-os como novas esperanças de VIDA.

 

 



SOMOS TODOS EDUCADORES
Que o sucesso dos nossos alunos seja a nossa reserva de reputação cultivada dia após dia. Isso nos ajuda a construir um patrimônio de amor-próprio e confiança que aumenta em dignidade com o tempo. Um professor tem por missão construir seres humanos melhores que ele próprio.

A considerar que a complexidade das coisas nada mais é que um emaranhado de simplicidades, ignorância é não saber ensinar a busca pelo simples. Viver é básico. Aprender é natural. Ninguém tem o direito de atrapalhar um aprendizado demonstrando-se senhor da Sabedoria.

Somos muito ignorantes. Uma ilha num oceano de desconhecimento que só faz aumentar.

Cidades que me dizem respeito
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